CHUVA INTENSA NA COREIA DO NORTE DESTRÓI MAIS DE MIL CASAS

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    Quase duas semanas depois do dilúvio que atingiu a província de Henan, as autoridades locais atualizaram o balanço da tragédia, que passou de 99 vítimas fatais para 302 óbitos.

    Atualizado por Silas José as 04h00 06/08/2021

    Na quinta-feira, a estação televisiva tinha adiantando que a chuva torrencial que caiu esta semana na província de Hamgyong Sul inundou centenas de hectares de terras cultivadas e destruiu várias pontes, mostrando imagens de casas submersas até aos telhados, uma ponte partida e cheia de lama e rios a transbordar.

    A televisão não avançou a existência de nenhuma vítima, mas avisou que as zonas costeiras do nordeste vão continuar a registar fortes chuvas nos próximos dias.

    As chuvas de verão na Coreia do Norte costumam causar sérios danos aos setores agrícola e outros devido à drenagem deficiente que existe no país, à desflorestação e a infraestrutura degradadas.

    O desastre do clima surge este ano numa altura em que há preocupações crescentes com a segurança alimentar da Coreia do Norte, embora grupos externos de vigilância não tenham detetado indícios de desnutrição geral ou agitação social.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse, em junho, que a situação alimentar do seu país estava a tornar-se “tensa”, sendo que, anteriormente, já tinha admitido que o país estava a enfrentar a “pior crise de sempre” devido à pandemia da covid-19, às sanções impostas pelos Estados Unidos e às consequências de fortes inundações e de um intenso tornado que devastaram o país no ano passado.

    No Brasil e em Goias

    Chuvas nos proximos dias em Goias

    pode voltar a dar o ar da graça em Goiás no mês de agosto. Segundo o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas (Cimehgo), a região sudoeste poderá registrar precipitação nas próximas semanas. Uma frente fria vinda do sul do Brasil está se deslocando e pode causar chuva, mais provavelmente por volta do dia 17.

    Não serão, contudo, chuvas volumosas, conforme a previsão divulgada pelo Cimehgo. Caso a precipitação se confirme, não é provável que ela passe 5mm em 24 horas.

    A frente fria também deve deixar as temperaturas mais amenas durante o dia e elevar a umidade relativa do ar, hoje abaixo de 20% nas horas mais quentes do dia em boa parte do estado.

    Na região central do estado, o Cimehgo não registra chuvas há 51 dias, desde 16 de junho, numa precipitação fora de época. Contudo, se descontada essa ocorrência, já são mais de 100 dias desde o fim do período chuvoso.

    “Chuva em período seco é só refresco. O que precisamos é o retorno do período chuvoso e aí sim estaremos mais tranquilos”, disse o gerente do Cimehgo, André Amorim.

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