O que tem no fundo do Rio Amazonas você sabe?

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Em média, a profundidade do rio Amazonas é de cerca de 50 metros, mas, em seus pontos mais profundos, no oeste paraense, chega a 120 metros. Mas você sabe o que se esconder por baixo de toda essa grandiosidade ?

REDAÇÃO – JORNALISMO
15/10/2021 14:15 | Atualizado 15/10/2021 15:14

Conhecido por ser o segundo maior rio do mundo em extensão territorial e o maior em volume de água, o rio Amazonas chama atenção não apenas pela sua dimensão, mas também pela paisagem que o cerca.

Em seus 6.992 quilômetros de comprimento, o ‘Apurímac’, nasce na cordilheira dos Andes, no sul do Peru, passa pela Colômbia e desagua no oceano Atlântico na região norte do Brasil.

No seu ponto mais largo, atinge na época seca 11 quilômetros de largura, que se transformam em 50 quilômetros durante as chuvas. Em média, a profundidade do rio Amazonas é de cerca de 50 metros, mas, em seus pontos mais profundos, no oeste paraense, chega a 120 metros. Em um comparativo, sua profundidade é três vezes maior que o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Mas você sabe o que se esconder por baixo de toda essa grandiosidade ? O Portal Amazônia  ajuda a desvendar um pouco do que há escondido embaixo de tanta grandiosidade e mistério! 

“Gigante” da Amazônia

O maior peixe da Amazônia, o pirarucu pode atingir o tamanho de 2,9 metros de comprimento e cerca de 200kg. Esse peixe precisa emergir a superfície a cada 15 minutos para respirar, caso contrário, essa espécie pode literalmente morrer “afogado”.

Chegando a marca de 30 metros, popularmente conhecido como Bodó ou  Acari, o peixe vive no fundo das águas se alimentando de lodo, vegetais e restos orgânicos.

Mais abaixo, na marca de 40 metros, mesmo com todos os equipamentos especiais, o ser humano atinge sua capacidade máxima de um mergulho. 

Lendas e descobertas

Protagonista das lendas amazônicas, o boto tucuxi nada a uma profundidade média de 50 metros.

A mais nova descoberta da Amazônia, os corais da Amazônia foram localizados a uma distância entre 50 e 70 metros.

Tragédias!

 

O maior naufrágio da história dos rios da Amazônia, estima-se que o barco Sobral Santos esteja a uma profundidade de 100 metros.

Mistério…

E de onde os olhos não conseguem ver, o que mais existirá?  Onde a ciência não consegue catalogar, surge dos povos tradicionais da floresta o seu imaginário popular!
Das profundezas das  águas mais turvas e escuras do rio Amazonas, surge a lenda da senhora-das-águas, mãe-do-rio, cobra-grande, a Boiúna!
A Boiúna é uma cobra gigantesca que vive no fundo dos rios, lagos e igarapés da Amazônia, num lugar chamado “boiaçuquara” ou “morada da cobra grande”. 
 A história diz que uma enorme cobra vive adormecida embaixo da cidade de Belém, entre os bairros da Cidade Velha e Nazaré, sendo que a cabeça da cobra estaria na Catedral da Sé e seu corpo terminaria na Basílica. Caso ela acorde, a capital paraense iria para o fundo do rio. E como ela poderia acordar?

Uns falam que ela poderia se aborrecer, outros já afirmaram que ela já se movimentou algumas vezes, quando Belém sentiu alguns tremores de terra, e há uma terceira história que afirma que a cobra grande acordaria se não houvesse Círio. Há quem diga que a corda da procissão é a representação da cobra grande.

E você, caro leitor, no que vai acreditar?

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