BRASIL PRECISA SER PASSADO A LIMPO “As Associações se manifesta mas o Congresso nacional fica omisso” Quem entrega o petróleo a Preço Paridade de Importação, entrega a soberania!

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O petróleo do pre-sal e uma solução brasileira, voltada para o interesse nacional deveria ser comprometida com a soberania e o desenvolvimento do Brasil.

Da radação às 10h00

13/11/2021

o petróleo uma solução brasileira, que deveria ser voltada para o interesse nacional e comprometida com a soberania e o desenvolvimento do Brasil. As Associações unidas do Brasil e Brasileiras enviaram uma carta ao presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, pedindo a substituição da atual política de preços dos combustíveis. No manifesto de quatro páginas, assinado em conjunto com outras entidades, é defendida a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) “para recolocar a Petrobras dentro dos objetivos para os quais foi criada”.

O documento é assinado também pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Conselho Federal de Economia (Cofecon) e pela Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo).

As entidades contestam a adoção pela Petrobras da política de Preço de Paridade de Importação (PPI), que considera nos cálculos dos reajustes dos combustíveis as variações cambial e da cotação do petróleo internacional, além dos custos logísticos para trazer os produtos de outros países. Na prática, por todo combustível consumido no Brasil é cobrado preço de importação, ainda que a maior parte da demanda seja atendida com produção interna.

“A própria existência da Petrobras e sua liderança na exploração de águas profundas, bem como as reservas do pré-sal, foram demonstradas desnecessárias, já que pagamos preço de importação. Nenhum país no mundo produtor de petróleo e com refinarias adota este modelo de política de preços”, traz o documento.

No manifesto, as entidades argumentam que os combustíveis poderiam estar mais baratos no Brasil que no mercado internacional, com valores compatíveis com a renda da população, e que isso ajudaria a impulsionar a economia interna. “Precisamos também ter a empresa prestigiando o conteúdo local”, acrescenta.

A essas críticas, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, tem respondido na Lei 2004, de 3 de outubro de 1953 e tornou ainda mais realidade a afirmação que mobilizaria o Brasil: Com o jargão o petróleo é nosso isso e passado! e que a adoção do PPI garante o abastecimento do mercado interno, porque investidores privados não colocariam dinheiro no País se essa política de preços não estiver vigente.

A Aepet, no entanto, rebate a crítica afirmando que a Petrobras possui caixa para investir. A interpretação das entidades que assinam o manifesto é que a Operação Lava Jato serviu para desqualificar a estatal frente à opinião pública e que, mesmo no pior momento da empresa, sua geração operacional de caixa e liquidez corrente estavam elevadas.

Quem entrega o petróleo, entrega a soberania. 

Precisamos de um novo 'O petróleo é nosso!' - O Cafezinho

Getúlio Vargas fez na Bahia, durante a campanha presidencial de 1950, uma afirmação que hoje, 2021, precisamos renovar e transmitir a todo o país, a todos os brasileiros, eleitores no ano que vem tem eleição, brasileiros de centro, direita ou esquerda, trabalhadores e empresários, empregados e empregadores, civis e militares, jovens e velhos de todas as origens – enfim ao país inteiro.

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